O objectivo da “Corte-Real” é salvar vidas, apoiar as populações sinistradas e prestar auxílio na recuperação de infra-estruturas básicas. Para isso, o navio reforçou a sua guarnição de 183 militares com 40 fuzileiros e 7 mergulhadores. Embarcou, também, o seu helicóptero orgânico.
A “Corte-Real” encontra-se preparada e certificada internacionalmente (no Reino Unido) para intervenção em operações de assistência humanitária em terra. Para o efeito, o navio conta com 120 militares da guarnição treinados e preparados para apoio a populações sinistradas, capacidade em fornecer assistência médica e emprego especializado das equipas de Fuzileiros e de Mergulhadores. Conta, também, com a utilização do seu helicóptero para reconhecimento, evacuação aérea e transporte logístico.
O Comandante Gonçalves Alexandre diz: “A participação nesta operação de apoio humanitário representa para mim e para todos os elementos da minha guarnição um factor acrescido de motivação. Esperamos poder contribuir nesta nobre missão de auxílio a populações em dificuldade, a quem queremos restituir a dignidade e tranquilidade devidas.”
A fragata "Corte-Real" é comandada pelo Capitão-de-mar-e-guerra António Manuel Gonçalves Alexandre.