Relações Externas e Alianças

Através do planeamento, organização, execução e participação em diversas parcerias marítimas, relaciona-se com Marinhas de países amigos e aliados e com diversas agências nacionais e internacionais com competências ou interesses no mar, conduzindo uma intensa atividade de relações bilaterais, multilaterais e de interagências, em articulação com o Estado-Maior-General das Forças Armadas e com os outros ramos, sob coordenação da Direção-Geral de Política de Defesa Nacional.
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OTAN

OTAN

A aliança crucial para a segurança e defesa de Portugal é a Aliança Atlântica. A defesa da integridade territorial e da coesão nacional são inseparáveis da participação na OTAN.

A OTAN permite o reconhecimento de Portugal como um coprodutor de segurança internacional, através da sua participação nas missões externas e da contribuição para a segurança dos recursos comuns do planeta. A Marinha tem participado, ao longo dos últimos anos, em operações realizadas no âmbito da OTAN como são os casos das Operações Ocean Shield, Active Endeavour e ISAF.
UE

UE

A Europa é a primeira área geográfica de interesse estratégico nacional. A participação empenhada e plena de Portugal na UE é crucial para a segurança e o bem-estar dos portugueses.

Para assegurar os imperativos da segurança e defesa nacional, Portugal deve garantir a sua posição como parte integrante da cooperação estruturada permanente no quadro da Política Comum de Segurança e Defesa (PCSD), apostando na qualidade da sua participação nas missões da UE e nos programas da Agência de Defesa Europeia (EDA). A Marinha tem vindo a participar em diversas dessas missões, sendo a mais relevante a presença na Operação Atalanta, em resposta às resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas no que diz respeito ao crescimento da pirataria e assaltos à mão armada na costa da Somália.
EUROMARFOR

EUROMARFOR

Esta Força Marítima Europeia que realiza operações navais, aéreas e anfíbias, foi criada em 1995 pela França, Itália, Portugal e Espanha. Na sequência da Declaração de Petersberg (1992), as quatro nações criaram uma Força Marítima Multinacional com capacidade para ser empregue de forma independente ou em conjunto com outras forças, em operações autónomas ou patrocinadas por entidades supranacionais (União Europeia - UE, Organização das Nações Unidas - ONU, entre outras) em missões humanitárias ou de evacuação, de resgate, de manutenção de paz e de combate. A sua composição depende da missão atribuída.