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Home » Media Center » Notícias e Destaques » Marinha testa novas soluções tecnológicas na área da robótica
05 Jul 2013, 14:40

​O exercício, promovido pela Marinha através do seu Centro de Investigação Naval (CINAV),  conta com a participação do INESC-TEC, através do qual estão presentes investigadores da Faculdade de Engenharia do Porto (FEUP) e do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), da Universidade do Algarve, e da empresa portuguesa MarSensing, num total de mais de 30 investigadores. 
 
O exercício apoia alguns dos projetos de investigação em que o CINAV está envolvido, como o projecto ICARUS (para desenvolver tecnologia robótica para busca e salvamento), e o projecto Robonoise (para monitorizar ruído subaquático ambiente na costa portuguesa), bem como para dar uma oportunidade às instituições que colaboram com a Investigação da  Marinha para testarem novos desenvolvimentos e recolher dados para trabalho futuro.
 
Entre os sistemas que estão a ser testados, nos 3 dias do exercício, estão 4 pequenos veículos autónomos de superfície com propulsão eléctrica, dois veleiros autónomos (um deles já premiado em competições robóticas internacionais), um glider subaquático, veículos submarinos, sistemas de recolha automática de dados, sistemas de comunicações de dados em meio subaquático, e sistemas de comunicações WiFi para controlo de veículos autónomos.
 
Os testes e experiências científicas são apoiadas na Marinha pelo CINAV, pelo navio de desembarque NRP Bacamarte, pelo Destacamento de Mergulhadores Sapadores Nº3 (especializado em veículos autónomos), pela Esquadrilha de Helicópteros da Marinha, e pela Capitania de Setúbal.
 
Este exercício, à semelhança de outros que a Marinha organiza regularmente, insere-se na política de abertura ao exterior da Marinha que, para garantir o uso do Mar por Portugal, assumindo-se como parceira no desenvolvimento económico, científico, e cultural. 
 
De salientar que Portugal é já reconhecido internacionalmente nas áreas da investigação científica no Mar, expresso pelo o número significativo de alunos estrangeiros em pós-graduações (no REX 13  participam três alunos estrangeiros a estudarem em universidades portuguesas), e pela existência de várias empresas nacionais a comercializarem produtos nesta área, uma das quais participa neste exercício.

 

 

 

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