Corvetas

Navio de menor deslocamento do que as fragatas, comprimento entre os 60 e 100 metros e normalmente até 1.500 toneladas de deslocamento. Possui um armamento inferior ao das fragatas e menores capacidades oceânicas. Desempenha, principalmente, missões no âmbito da segurança e autoridade do Estado no mar, e no âmbito da defesa própria e do apoio a política externa do Estado em cenários de baixa intensidade.
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NRP António Enes
NRP António Enes
NRP António Enes
NRP António Enes
Galeria de Imagens

Classe João Coutinho

 

 Content Editor

 
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Características
Deslocamento 1380t
Comprimento 85m
Boca Máxima 10,3m
Calado 3,3m
Propulsão
​Velocidade Máxima 22nós​
Guarnição
Oficiais 7
Sargentos 13
Praças 50
Total 70
Armamento
1 reparo duplo de 76mm US Mk33
1 reparo duplo Bofors de 40mm/60
Equipamentos
Radar de navegação KH1007
Radar de navegação RM 1226C
2 Semirrígidas, 1 bote Zebro III e 1 embarcação MK9
Lançamento à água: 16-Ago-1969
Entrada ao serviço: 18-Jun-1971
Brasão de Armas

Brasão de armas

De prata com uma águia de asas estendidas de púrpura animada a ouro, bicada, lampassada e armada de vermelho, segurando nas garras o brasão de armas da cidade de António Enes. Encimando o escudo o coronel naval de ouro forrado a vermelho. Sotoposto um listel com legenda NRP ANTÓNIO ENES

 

Patrono

PATRONO

António Enes, nasceu em Lisboa, a 15 de agosto de 1848. Destacou-se socialmente por ser um ilustre político, escritor e conhecedor dos assuntos coloniais. Fez os seus primeiros estudos no colégio dos padres Lazaristas, matriculando-se posteriormente no liceu, donde passou ao Curso Superior de Letras, que completou de forma brilhante.

A sua arte como escritor começou a revelar-se ao entrar para a redação da Gazeta do Povo. Assumiu depois, a direção do ‘O País’, onde demonstrou excecionais dotes de jornalista e polimista. Com o pato de Granja, deu-se a fusão dos Partidos Reformista e Histórico, passando ‘O País’ a denominar-se ‘Progresso’, no qual António Enes ficou como redator principal. Fundou também ‘O Dia’ de que foi director político e redator principal.
Em 1880 foi eleito deputado, mas as câmaras foram dissolvidas. Regressou então ao Parlamento na Legislatura de 1884-87, tendo sido reeleito em 1887-89 e 1890-91.

Em 1886 foi nomeado bibliotecário mor da Biblioteca Nacional de Lisboa.

Em 1890 após o Ultimato Inglês, António Enes foi encarregado da pasta da Marinha e do Ultramar, no governo presidido pelo General Crisóstomo de Abreu e Sousa. A gerência desta pasta era de extrema responsabilidade, estando diretamente ligada à integridade das colónias Portuguesas. Eram inúmeros os problemas a resolver que, António Enes, de forma laboriosa, consegui vencer.

Em 1891 foi nomeado Comissário Régio em Moçambique, onde deu provas de grande erudição e competência, deixando o seu nome ligado a notáveis obras e feitos naquela província.

Foi organizador da Expedição de Mouzinho de Albuquerque e posteriormente, em 1896, nomeado ministro de Portugal no Brasil.

Presidiu ainda ao comité que dirigiu os trabalhos do 5º Congresso de Imprensa em Lisboa em 1898. Faleceu em Queluz a 6 de Agosto de 1901.​

Factos


  • Representou os interesses nacionais em vários cenários, designadamente Moçambique, Angola, Guiné e Cabo Verde.
  • Tem como missão principal a vigilância, busca e salvamento marítimo, fiscalização dos espaços marítimos sob jurisdição nacional,
  • Tem Participado em vários exercícios nacionais, internacionais e viagens de instrução dos cadetes da Escola Naval.
  • No ano de 2013:
    • Nº de milhas percorridas: 14 946 Milhas (1 volta ao mundo à latitude média de Portugal Continental);
    • Nº de horas de navegação: 1462 h (61 dias a navegar interruptamente);
    • Efetuou 55 ações de vistoria;
    • Conduziu uma evacuação médica.
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