Patrulhas Oceânicos

Os navios patrulha oceânicos são navios com um deslocamento entre as 750 e as 2000 toneladas utilizados, prioritariamente, em ações não combatentes. As principais missões são de segurança e autoridade do Estado, e missões de interesse público. São navios com grande capacidade de operar em alto mar, e de enfrentar condições de mar adversas, e possuem uma autonomia considerável, o que lhes permite permanecer no mar, em missão, durante largos períodos sem necessidade de apoio logístico.
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Características
Deslocamento 1850t
Comprimento 83,1m
Boca Máxima 12,95m
Calado 3,82m
Propulsão
​Velocidade Máxima 21nós​
Guarnição
Oficiais 6
Sargentos 9
Praças 27
Total 42
Armamento
1 Peça de artilharia Oto Melara 30 mm
1 Sensor Eletro-ótico SAGEM/VIGY
2 Radares de navegação KH Manta2000
Lançamento à água: 01-Out-2005
Aumentado ao efetivo: 25-Nov-2013
Brasão de Armas

BRASÃO DE ARMAS

Escudo de prata com braço armado e encurvado de azul, com mão de carnação empunhando um ramo de figueira de verde posto em barra. Coronel naval de ouro forrado de vermelho. Sotoposto listel ondulado de prata com a legenda em letras negras maiúsculas, tipo elzevir, «N.R.P. FIGUEIRA DA FOZ».

 


PATRONO

Embora a elevação a cidade remonte aos finais do século XIX, as origens de Figueira da Foz remontam à pré-história. A sua situação estratégica e privilegiada, as margens do rico estuário e extensas praias levaram ao longo da história à fixação de numerosas civilizações que se dedicaram essencialmente ao comércio e à pesca.

A população foi fundada no século XI pelos serviços da Sé de Coimbra, desde então foi crescendo de forma constante tendo feito parte do reino suevo e mais tarde, foi conquistada aos mouros aquando a conquista de Coimbra por Fernando Magno em 1064. No decorrer do século XVI a população é assolada pelos constantes ataques piratas, foi então quando se mandou construir o Forte de Santa Catarina para a defesa da zona.

A grande dinâmica e riqueza produzida pelo seu porto fazem com que no princípio do século XVIII se verifique um incremento demográfico significativo, elevando-se à categoria de vila no ano de 1771, no reinado de D. José.

No início do Séc. XIX, o desenvolvimento da construção naval, o aumento do tráfego no porto motivado pela transferência do tráfego mercantil de Aveiro, devido ao assoreamento do seu porto, o acréscimo de banhistas e veraneantes, levou ao rápido crescimento do número de moradores (a população quase duplicou). O progresso foi tal que a 20 de setembro de 1882 foi elevada à categoria de cidade, reinava D. Luís I.

Factos

  • Navio particularmente vocacionados para atuar na zona económica exclusiva nacional desenvolvendo as seguintes tarefas:
    • Busca e salvamento Marítimo;
    • Fiscalização da pesca;
    • Controlo dos esquemas de separação de tráfego;
    • Prevenção e combate à poluição marinha;
    • Prevenção e combate a atividades ilegais como o narcotráfico, imigração ilegal, tráfico de armas e outros ilícitos, em colaboração com outras autoridades nacionais.
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  • Para além das tarefas referidas, estes navios têm capacidade para cooperar em:
    • Operações militares de baixa intensidade;
    • Ações decorrentes da promulgação do estado de sítio ou emergência;
    • Apoio humanitário na sequência de desastre natural;
    • Patrulha das águas territoriais e áreas críticas visando a manutenção da liberdade de utilização das águas e portos nacionais;
    • Efetuar lançamento de minas em campos defensivos;
    • Efetuar o transporte de forças militares de pequena dimensão.
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