Patrulhas

Navio de pequeno a médio deslocamento (200 a 400 toneladas), com comprimento inferior a 45 metros, destinado a operar junto a zonas costeiras em missões de vigilância, patrulha e defesa. Existem patrulhas vocacionados para o combate naval, e outros que se destinam prioritariamente a exercer funções de autoridade do Estado e a realizar tarefas de interesse público. Os da Marinha estão vocacionados para funções de segurança e autoridade do Estado e missões de interesse público.
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NRP-Tejo
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Classe Tejo

 

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CARACTERÍSTICAS


Boca​ 9m
Deslocamento 345,8t
Calado 3,50m
Autonomia 7 dias
PROPULSÃO
2 Motores Diesel 2600hp

GUARNIÇÃO
Oficiais 4
Sargentos 4
Praças 16
Total 24
Passagem ao estado de armamento normal do NRP Douro: 12 de maio de 2017.

MISSÕES ATRIBUÍDAS

A área normal de operação dos Navios Patrulha Costeiros  compreende os espaços marítimos sob soberania, jurisdição e responsabilidade nacional, com incidência na faixa costeira continental e do arquipélago da Madeira.

Os Navios Patrulha Costeiros, enquanto meios do Sistema de Forças (SF), podem ser empregues, com os condicionalismos que lhes estarão inerentes, fora da área normal de operações.


FACTOS

Os navios da classe “FLYVEFISKEN” ou STANFLEX 300 (SF300) são o resultado de um conceito tecnológico baseado em módulos de missão contentorizados e substituíveis, dotando os navios com flexibilidade para operações de guerra de minas, AAW, ASW, patrulha costeira ou de combate à poluição, mediante os requisitos operacionais da missão e/ou ameaça. 

O conceito SF300 teve como objetivo principal substituir três classes de navios da marinha dinamarquesa (6 navios de ataque rápido, 8 navios patrulha costeira e 8 navios de guerra de minas) por apenas uma classe de navios. A solução de engenharia, da década de 80, optou por utilizar um navio monocasco de 54 m em “Fibre-reinforced plastic” (FRP), extremamente leve, com quatro módulos contentorizados. Assim foi possível disponibilizar plataformas otimizadas à missão com uma elevada flexibilidade na sua configuração.

A classe SF300 é constituída por catorze unidades comissionadas entre 1990 e 1996, em que, de acordo com a informação obtida, a Marinha Real Dinamarquesa (KDM) pretendia operar por mais dez anos, ou seja, até ao limite da vida útil expectável de 30 anos. A razão principal para a sua não utilização é apresentada como a mudança no conceito estratégico de defesa nacional, resultando na reorientação da área de operações navais de águas litorais (brown waters - opção que vinha desde 1807) para águas oceânicas (blue waters), que se materializou na edificação de dois navios flexíveis polivalentes da classe "Absalon” (2004-2005) e de três FFGHM da classe “Iver Huitfeldt” (atualmente em fase de instalação de armas e sensores e provas de aceitação).

Dos catorze navios produzidos, três foram vendidos à Lituânia numa configuração de navio patrulha, um foi desmantelado, um foi alterado de forma a servir como navio de apoio a operações com mergulhadores (com câmara hiperbárica fixa instalada a bordo) e nove permanecem inativos desde 2010, cumprindo um plano de rotinas básico ao nível dos sistemas da plataforma.


 

 

OBJETIVO​


 
Cumprir com o dispositivo naval.​ 

Participam  também no plano da cooperação nacional e internacional, em ações conjuntas e combinadas visando a segurança nos espaços marítimos e a fiscalização no âmbito de acordos internacionais relativos á exploração dos recursos naturais e às fronteiras.​
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