Destacam-se 12 resgates médicos e 17 alertas fora da área de responsabilidade que foram reencaminhados para as autoridades locais, nomeadamente de Angola e Islândia.
Realça-se ainda a existência de 27 falsos alertas, dentro e fora da área de responsabilidade portuguesa, que resultam da má utilização dos equipamentos de bordo, como as radiobalizas (equipamentos transmissores de localização em caso de emergência) e sistemas automáticos de comunicações marítimas por rádio (digital selective call) de navios, ou embarcações.
A ações foram conduzidas em estreita colaboração e coordenação com o Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), Polícia Marítima, Capitanias, Força Aérea Portuguesa (FAP) e INEM - Centro de Orientação de Doentes Urgentes no Mar (CODU-Mar).