Ainda, na Base Naval de Lisboa a equipa dos Mergulhadores Sapadores identificou o objeto como sendo uma mina marítima, tendo aconselhado várias ações e medidas de segurança que foram executadas pela Autoridade Marítima Nacional, no local.
Após a chegada da equipa IEE, ao local do incidente, foram realizados vários procedimentos de análise, que culminaram na abertura e inspeção dos componentes da mina, tendo sido classificada como mina de exercício sem explosivo no interior.
A normal circulação das correntes oceânicas faz com as minas marítimas possam permanecer à deriva durante vários anos, até darem à costa. O oceano provoca grandes níveis de degradação dificultando a distinção entre minas reais e de exercício. Essa identificação é realizada por equipas de inativação de engenhos explosivos, que através de várias técnicas e procedimentos classificam e/ou inativam as minas.
A Marinha reforça que qualquer avistamento deverá ser sempre relatado à Autoridade Marítima Nacional e tratado como sendo um engenho explosivo real e perigoso, não devendo ser manuseado ou movimentado.


