Estas operações consistiram na colocação na água de uma barreira oceânica de 200 metros e o seu posterior reboque com recurso aos dois navios, evoluindo e manobrando em formação “U” e “J”, formações estas normalmente utilizadas nas operações de recolha de hidrocarbonetos devido a derrames no mar.
Este teste permitiu validar com sucesso o apoio destes navios da Marinha à Autoridade Marítima no combate à poluição, confirmando-se as suas capacidades de manobra a baixas velocidades, o espaço disponível para operação das barreiras a bordo e a capacidade de reboque, características muito importantes neste tipo de operação.
