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REVISTA DA ARMADA | 542
Foto SAJ A Ferreira Dias
de um piloto que se encontrava evadido no teatro de opera-
ções. Para isso foram empregues equipas de reconhecimento
equipadas com veículos aéreos autónomos, com capacidade de
reconhecimento e vigilância, a fi m de promover um briefi ng de
informações que permiƟ sse a realização de um plano de mano-
bra. Ressalva-se a parƟ cularidade da inserção e extração da
força ter sido sustentada por aeronaves MV-22 “Osprey”, meios
de excelência da força americana que permitem uma projeção
muito além do horizonte. A incursão foi um sucesso tendo a
ameaça sido eliminada e o piloto evadido recuperado.
TREINO DE HUMANITARIAN ASSISTANCE
AND DISASTER RELIEF
Finalmente, a terceira fase do exercício bilateral foi orientada
para operações de resposta a crise. Nesse senƟ do foram rea-
lizados treinos na Escola de Tecnologias Navais, no simulador
de busca e salvamento, onde se conduziram demonstrações
dos procedimentos a adotar neste Ɵ po de cenários. Conco-
mitantemente a força americana realizou uma apresentação
sobre as capacidades e ferramentas uƟ lizadas na montagem e
operação de um centro de controlo de evacuados.
O exercício bilateral terminou com os congéneres america-
nos a realizarem a famosa “pista de lodo”, ícone da Escola de
Fuzileiros, e uma visita ao museu do Fuzileiro.
Consequentemente, considera-se por todos a realização
desta Ɵ pologia de exercícios como uma excelente oportuni-
dade para consolidar várias técnicas, táƟ cas e procedimentos
da Força de Fuzileiros Nº 1 e assim confi rmar a sua pronƟ dão
para diversos domínios de atuação como componente anİ bia
da Força de Reação Imediata Portuguesa.
Colaboração do COMANDO DO CORPO DE FUZILEIROS
JULHO 2019 9

