A 7 de janeiro de 1970, o Depósito POL NATO de Ponta Delgada fazia o primeiro reabastecimento a um navio de guerra, o NRP Roberto Ivens, com 73 m3 de combustível. Tendo logo, a 16 de janeiro do mesmo ano, reabastecido o USS Steinaker, com 435 m3.
Desde então, passando pelo período da Guerra Fria, pela Guerra do Golfo, pelo desmantelamento da Jugoslávia, entre outras situações de transformação e de conflito pelo Mundo, esta instalação, localizada no meio do Atlântico, tem cumprido a sua missão de apoio aos navios e às marinhas da Aliança do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
Do ponto de vista militar, da Defesa e da cooperação internacional, a importância deste organismo é por demais evidente. No plano internacional, Portugal, como Nação marítima ocidental, com presença firmada no Atlântico pelo triângulo Madeira, Açores e Continente, tem uma importância natural na OTAN, da qual foi membro fundador. Em particular, o vértice dos Açores, onde se encontra este Depósito, pela sua localização geográfica de enorme relevância estratégica, a meio caminho entre os continentes da Europa e da América.
Numa dimensão nacional e regional, esta infraestrutura é de importância crucial para proporcionar energia acessível aos habitantes e aos atores económicos da região.
