Submarino português em missão de combate ao terrorismo e à migração irregular no Mediterrâneo
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O NRP Arpão irá iniciar uma missão de 60 dias, de 2 de julho a 31 de agosto, onde participará na Operação Sophia da Força Naval da União Europeia (EUNAVFOR MED), e na Operação da NATO Sea Guardian, no Mar Mediterrâneo, essencialmente nas zonas oeste e central.

25 de junho de 2018, 17:34

Ao entrar no Mediterrâneo, o NRP Arpão contribuirá para o cumprimento das tarefas definidas pelo Comando Marítimo da NATO, no âmbito da Operação Sea Guardian, que passam pelo controlo do panorama marítimo (MAS - Maritime Situational Awareness), pelo combate ao terrorismo e, consequentemente, contribuindo para a segurança marítima no Mediterrâneo.

Já na zona do Mediterrâneo central, criada através do Conselho da União Europeia em 18 de maio de 2015, com o suporte de diversas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, encontra-se em operação uma força naval da União Europeia (EUNAVFOR MED). O NRP Arpão colaborará com esta força, «contribuindo para o desmantelamento do modelo de negócio das redes de introdução clandestina de migrantes e tráfico de pessoas» na Europa, missão principal da Operação Sophia.

Esta será a segunda vez em que o NRP Arpão participará na Operação Sea Guardian e a terceira na Operação Sophia, sendo que nas missões anteriores o contributo do submarino português foi enaltecido pelos Comandos destas Operações.

O NRP Arpão​, um dos dois submarinos da Classe Tridente, é comandado pelo Capitão-tenente Paulo Henriques Frade e tem uma guarnição constituída por 33 militares, 8 oficiais, 12 sargentos e 13 praças.

 


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