O Comando da Zona Marítima dos Açores empenhou a corveta António Enes para recolher informação, monitorizar a sua posição e acompanhar a sua deriva. Sendo que, foi possível apurar a inexistência de matérias suscetíveis de causar poluição.
Atendendo que representa um perigo para a navegação, têm sido difundidos avisos à navegação que, dando nota da sua posição, alertam para a necessidade de evitar a área, proceder com cautela e dar o necessário resguardo.
Além do navio estão a ser utilizados meios de deteção remota, via satélite, para efetuar o acompanhamento da barcaça e continuar a difundir avisos à navegação com posições atualizadas.
Até ao momento, estão também ativados esforços para descobrir a propriedade da barcaça e consequente responsabilidade sobre a situação.
Refere-se que a barcaça não está a derivar em direção a terra e que, com as presentes condições de tempo e de mar, não se prevê que tal venha a acontecer.
A Marinha e a Autoridade Marítima Nacional vão continuar a acompanhar a situação e desenvolver todos os esforços para garantir a segurança da navegação e a salvaguarda dos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional.
