A fase final deste exigente processo de certificação decorreu em Sesimbra, com o apoio do navio hidrográfico da Marinha, NRP D. Carlos I, que assumiu as funções de Unidade de Apoio às Operações de Mergulho. O navio teve, ainda, embarcada uma Câmara Hiperbárica Contentorizada, equipamento fundamental para a realização, em segurança, de operações de mergulho a profundidades superiores a 40 metros.
Os mergulhadores do DMS3 mantém a capacidade de mergulho profundo, principalmente para operar em cenários de Inativação de Engenhos Explosivos Submarinos, onde existe risco de minas marítimas, tendo sido empenhados, nos últimos anos, em diversas missões de contramedidas de minas, nacionais e NATO.
Com a conclusão deste processo de certificação, os militares do DMS3 vão continuar o seu aprontamento para as missões que se avizinham, mantendo-se sempre prontos e vigilantes, ao serviço da Marinha e de Portugal.

