Para este exercício, foi ativada a Força Naval Portuguesa (PRTMARFOR), constituída pelo NRP Bartolomeu Dias, NRP Sines, NRP Figueira da Foz e por uma unidade de forças terrestres do Corpo de Fuzileiros, integrando ainda os navios ESPS Carnota, NRV Alliance e FS Seine.
Esta ativação tem como principal objetivo o treino operacional das unidades navais e terrestres em cenários multidomínio, incluindo a interação com veículos autónomos não tripulados empregues como forças opositoras.
A força, comandada pelo Capitão-de-mar-e-guerra André Pereira da Silva, tem como propósito reforçar a interoperabilidade e a cooperação entre marinhas e forças aliadas.
