Nesta cerimónia esteve presente o Superintendente do Material, Vice-almirante Fernando Jorge Pires, em representação do Chefe do Estado-Maior da Armada, o Embaixador de Portugal e o Embaixador dos Países Baixos na Roménia, representantes do estaleiro, bem como diversas entidades civis e militares portuguesas e romenas.
Desenvolvido pela Marinha Portuguesa em parceria com a DAMEN, o futuro NRP D. João II será uma Plataforma Naval Multifuncional, integrando capacidades científicas, arquitetura modular e elevada flexibilidade operacional, permitindo a sua adaptação a um amplo espectro de missões.
Este navio foi projetado para assegurar presença sustentada no mar, com autonomia de até 45 dias, permitindo a execução de missões de monitorização ambiental, investigação e prospeção do fundo marinho, recolha e processamento de dados oceânicos, bem como o apoio à ciência, à economia e ao conhecimento do mar.
Esta plataforma está ainda concebida para operar, de forma integrada e modular, sistemas não tripulados aéreos, de superfície e subaquáticos, utilizados como instrumentos ao serviço das missões e da produção de conhecimento, assegurando elevada interoperabilidade com entidades civis, científicas e académicas.
A cerimónia de flutuação assinala um passo significativo na edificação do futuro NRP D. João II e no percurso de modernização da Marinha Portuguesa, reforçando a capacidade nacional no domínio das ciências do mar, da segurança marítima e do cumprimento das responsabilidades do Estado no mar.
Prevê-se que este navio, em construção nos estaleiros da DAMEN, na Roménia, e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, seja aumentado ao efetivo dos navios da Marinha durante o primeiro semestre de 2027.




