As ações desenvolvidas incidem sobre técnicas de VBSS (Visit, Board, Search and Seizure), que compreendem a identificação e avaliação da ameaça, a abordagem de embarcações mercantes ou militares e a realização de procedimentos de busca, revista e inspeção. A abordagem é feita por via marítima, através de embarcações semirrígidas RHIB (Rigid-Hull Inflatable Boat), ou por via aérea, recorrendo a técnicas de inserção por rappel ou fast rope, a partir de helicóptero.
Durante o recente exercício, as equipas executaram procedimentos de embarque, busca e revista, incluindo a verificação documental e a inspeção de diferentes compartimentos da embarcação, num cenário que simulou a presença de elementos da guarnição armados e de engenhos explosivos improvisados.
A ação contou ainda com o apoio de mergulhadores, para fazer face a eventuais ameaças explosivas no âmbito da capacidade EOD (Explosive Ordnance Disposal), e de um binómio cinotécnico MWD (Military Working Dog), vocacionado para a deteção de ameaças em espaços fechados e de difícil acesso.
Estes treinos contribuem para o reforço da interoperabilidade entre a Força de Fuzileiros e a Marinha Lituana, aumentando a capacidade de resposta conjunta perante cenários de maior complexidade no domínio das operações marítimas.


