Este exercício teve como objetivo o treino e a integração de diferentes capacidades das duas forças, culminando na execução de uma operação ofensiva sobre um objetivo fortificado, com a participação de um pelotão da KASP e de diversas capacidades dos Fuzileiros portugueses.
Para a execução da operação, a FFZ LTU26 empregou um Grupo de Combate, apoiado por um Grupo de Apoio de Combate, constituído por elementos de Anticarro, Morteiros e Reconhecimento. A operação contou ainda com um Elemento de Assalto Anfíbio e com uma equipa de Mergulhadores de Combate e Inativação de Engenhos Explosivos.
Foram igualmente empregues diversos meios de ambas as forças, incluindo meios anfíbios e viaturas táticas militares, com e sem capacidade de armamento, destinadas ao transporte de pessoal e carga, e ao apoio à manobra, bem como um meio aéreo da Força Aérea Lituana, o helicóptero Mi-8.
O apoio de fogos integrou os morteiros de 60 mm de cano longo, um pelotão da KASP para a execução de fogos de apoio e o apoio aéreo proporcionado pelo helicóptero Mi-8. A ação foi coordenada entre os Comandantes do pelotão da KASP e do Grupo de Combate da FFZ LTU26, permitindo sincronizar os diferentes elementos de apoio e garantindo uma aproximação rápida e mais segura do grupo de assalto ao objetivo.
A participação no exercício LOKYS II permitiu à Força de Fuzileiros e à KASP treinar a integração de diferentes capacidades numa ação conjunta, reforçando a interoperabilidade e a capacidade de atuação coordenada no âmbito das NATO Assurance Measures.

