O exercício reuniu cerca de 2500 militares provenientes da Lituânia, Estados Unidos da América, Polónia, Países Baixos, França, Moldávia e Portugal, e envolveu aproximadamente 500 meios militares. O exercício teve como objetivo treinar e avaliar a capacidade de condução de operações defensivas e ofensivas, reforçando a interoperabilidade e a capacidade de atuação conjunta entre as forças participantes.
Durante a sua participação, os Fuzileiros Portugueses realizaram ações de apoio, em coordenação com as restantes forças participantes. As ações desenvolvidas incluíram reconhecimento por via terrestre e aérea, através de sistemas aéreos não tripulados FPV (First Person View), infiltração, ataques e outras tarefas destinadas a criar condições para o treino, teste e avaliação das unidades envolvidas.
Ao longo do exercício foram igualmente realizadas ações de assalto, ataque, emboscada e reconhecimento, complementadas por movimentos táticos motorizados e apeados, num ambiente operacional dinâmico e exigente.
A participação da Força de Fuzileiros na Lituânia permitiu validar capacidades operacionais, consolidar procedimentos e reforçar a interoperabilidade com as forças aliadas, contribuindo para o aumento da prontidão e da capacidade de condução de operações em ambiente multinacional.
