A cerimónia de outorga do Estandarte Nacional, presidida pelo Comandante Naval, Vice-almirante José Salvado de Figueiredo, representa um momento de transmissão de um legado, que simboliza a representação de Portugal numa missão da NATO, em que os Fuzileiros partem ao serviço da Marinha e dos portugueses.
Na sua alocução, o Comandante Naval afirmou que esta missão “assume uma importância crucial”, pois “o que está em causa não é apenas a estabilidade da região, mas sim garantir o respeito pelo direito internacional, a salvaguarda da democracia e, sobretudo, a defesa dos valores humanos”.
Esta será a oitava missão dos Fuzileiros na Lituânia, integrada nas Medidas de Tranquilização da NATO, com o objetivo de reforçar a segurança coletiva dos Aliados, sobretudo dos que se encontram na fronteira leste da Aliança, dissuadindo potenciais ameaças através do reforço da presença militar e da realização de exercícios conjuntos.
A FFZ LTU26 será constituída por um Estado-Maior e uma Secção de Polícia Naval, um Módulo de Projeção de Força composto por um Grupo de Combate e um Grupo de Apoio de Combate, um Módulo de Apoio de Serviços e de Assalto Anfíbio e ainda um Módulo de Subject Matter Experts, que integra uma equipa de mergulhadores de combate e inativação de explosivos, uma equipa de abordagem, um binómio da X31 e um binómio de Military Working Dogs.
Com um total de 120 militares, a FFZ LTU26 terá a presença mais prolongada de Fuzileiros neste Teatro de Operações e será comandada pelo Capitão-de-fragata António Manuel Noro.



