Integrados num ambiente operacional combinado, os Fuzileiros conduziram diversos treinos e operações no contexto das operações anfíbias, em conjunto com forças aliadas da Lituânia, Polónia, Letónia e Estados Unidos da América. Esta participação contribuiu para o reforço da interoperabilidade, da prontidão operacional e do compromisso comum com a segurança coletiva da Aliança.
Durante o exercício foram realizadas duas incursões anfíbias, nas quais foram empregues várias capacidades da força, nomeadamente um Grupo de Combate, um Grupo de Apoio de Combate, um Elemento de Assalto Anfíbio, um binómio cinotécnico de Military Working Dogs (MWD) e uma equipa de mergulhadores de combate e de inativação de engenhos explosivos.
Nas operações participaram igualmente forças congéneres e outras unidades de apoio, entre as quais a Combat Logistics Battalion 24 (CLB-24) do United States Marine Corps (USMC), uma secção reforçada de Fuzileiros Lituanos, um elemento Joint Terminal Attack Controller (JTAC) da Letónia e elementos letões que desempenharam o papel de força opositora.
O exercício culminou com uma incursão anfíbia realizada em Skrunda, onde foram empregues todas as capacidades projetadas com o objetivo de neutralizar uma ameaça e recolher informações de interesse operacional.
