O exercício reuniu cerca de 350 militares da Lituânia, da Polónia, dos Estados Unidos, da Bélgica e de Portugal, num cenário que simulou um assalto a dois objetivos. A demonstração integrou carros de combate, aeronaves de asa fixa e rotativa, sistemas aéreos não tripulados e capacidade antiaérea, com o objetivo de testar a prontidão das forças da NATO perante potenciais ameaças regionais.
A Força de Fuzileiros empenhou um total de 42 militares, constituindo um Grupo de Combate e um Elemento de Anti-Carro. A ação dos Fuzileiros iniciou-se com a inserção do Grupo de Combate e do Elemento de Anti-Carro num dos objetivos.
Em simultâneo, o Elemento de Anti-Carro, operando viaturas táticas de combate e em colaboração com os meios blindados aliados, garantiu o fogo de apoio ao objetivo, assegurando a aproximação dos operadores e a neutralização do alvo.
Esta participação reafirma a prontidão dos Fuzileiros da Marinha Portuguesa e a sua capacidade de operar em conjunto com forças multinacionais, contribuindo para a segurança e integridade do território no flanco leste da Aliança.


