Esta conferência constitui uma fase determinante do processo de planeamento, tendo como objetivo a coordenação de todos os aspetos do exercício, que se irá realizar em setembro, incluindo componentes operacionais, logísticas, técnicas e de experimentação, bem como a integração entre as diferentes entidades participantes.
A sessão de abertura foi presidida pelo Comandante Naval, Vice-almirante José Rafael Salvado de Figueiredo, que assumiu o papel de principal orador, sublinhando a relevância estratégica do REPMUS no desenvolvimento, validação e emprego de sistemas não tripulados no domínio marítimo, assim como o contributo do exercício para a inovação, interoperabilidade e reforço da cooperação internacional.
O REPMUS 26 reforça, uma vez mais, a centralidade da Marinha Portuguesa enquanto plataforma de referência para a experimentação e crescimento de capacidades emergentes, afirmando Portugal como um polo de excelência na área dos sistemas não tripulados e da inovação tecnológica aplicada à defesa e segurança.

