A cerimónia foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), Almirante Jorge Nobre de Sousa, que no seu discurso afirmou que esta missão representa mais do que um contributo operacional, “representa a presença visível e determinada de Portugal na defesa do direito internacional e da democracia, sustentáculos dos valores ocidentais".
Dirigindo-se aos militares que partem para a missão, o Almirante CEMA encorajou-os a ser um exemplo a seguir segundo os valores que são apanágio do Corpo de Fuzileiros, lembrando que “onde um Fuzileiro vai, vai Portugal."
Nesta cerimónia estiveram também presentes o Segundo Comandante Operacional das Forças Armadas, Tenente-general Nunes Serôdio e o Comandante Naval, Vice-almirante Salvado Figueiredo, bem como diversos familiares, camaradas e amigos dos militares que partem para a Lituânia.
A Força de Fuzileiros (FFZ LTU26) vai ser projetada no dia 26 de março para Klaipeda, na Lituânia, a fim de participar nas Medidas de Tranquilização da NATO, destinadas a reforçar a segurança coletiva dos Estados-membros, particularmente os situados na fronteira leste da Aliança Atlântica. A missão com duração prevista de oito meses, a mais longa até então, tem como objetivo dissuadir potenciais ameaças, através do aumento da presença militar aliada e da realização de exercícios combinados.
O contributo da força portuguesa, composta por 120 militares comandados pelo Capitão-de-fragata Fuzileiro Filipe Rocha Rei, destaca-se pela competência anfíbia e pelas capacidades de abordagem, mergulho de combate, inativação de explosivos e cinotécnica.





