Ao longo do exercício, o navio executa séries de treino de guerra antiaérea, antissubmarina e de superfície, bem como operações de voo com o helicóptero Lynx Mk95A e com outras aeronaves da força, permitindo o aperfeiçoamento de procedimentos e a integração das diferentes capacidades no âmbito das operações navais. São igualmente conduzidas operações de reabastecimento no mar, com o objetivo de treinar e validar procedimentos de sustentação e apoio logístico em ambiente operacional.
Este exercício inclui ainda exercícios de tiro, bem como a resposta a diferentes cenários de emergência médica. Paralelamente, a equipa de segurança dos Fuzileiros embarcada executa exercícios de abordagem a contactos de interesse.
A participação no Strike Warrior 26 constitui, assim, uma oportunidade para a manutenção e o desenvolvimento das capacidades operacionais do navio e da sua guarnição, contribuindo para a capacidade de atuação conjunta e combinada da força e, consequentemente, para o cumprimento dos compromissos de segurança coletiva e de defesa da Aliança.
