Na sua intervenção, o Comandante Naval destacou a relevância estratégica dos submarinos para a defesa dos interesses nacionais e para a afirmação do poder naval português, sublinhando as suas capacidades únicas de vigilância, dissuasão e combate, bem como o seu contributo para a segurança marítima nacional e para os compromissos assumidos por Portugal no âmbito da NATO. Operando de forma discreta e, muitas vezes, longe do olhar público, os submarinos constituem uma das mais importantes capacidades estratégicas da Marinha ao serviço dos interesses de Portugal.
A cerimónia constituiu igualmente uma oportunidade para reconhecer o trabalho desenvolvido pelo Capitão-de-fragata Paulo Macedo da Silva, que assumiu o comando simultâneo do NRP Tridente e do NRP Arpão durante um período particularmente exigente. Foi ainda destacado o contributo das respetivas guarnições, cujo profissionalismo, dedicação e espírito de missão têm sido determinantes para a elevada prontidão operacional destas unidades e para o prestígio da Marinha e de Portugal.
Aos novos comandantes foi reiterada a importância de continuar a promover a excelência, a coesão das equipas e a preparação operacional das unidades, assegurando que o NRP Tridente e o NRP Arpão permanecem entre os mais relevantes meios da Esquadra.
Ao comandante que hoje cessa funções, o reconhecimento pelo serviço prestado. Aos que assumem agora o comando, os votos dos maiores sucessos no exercício das suas responsabilidades.
Que prossigam a sua missão com a discrição, a determinação e a excelência que caracterizam a Força Submarina, silenciosamente ao serviço de Portugal e dos portugueses.