Este exercício teve como principal objetivo a adaptação a ameaças contemporâneas, destacando-se o emprego de sistemas aéreos não tripulados (UAS) e respetivas técnicas de contramedidas (C-UAS), com foco no aumento da prontidão para cenários de combate de alta intensidade.
O treino integrou operações aéreas, terrestres e marítimas, com o apoio da Unidade de Meios de Desembarque (UMD) e do helicóptero Lynx Mk95, da Marinha Portuguesa. Foram também testados planos de contingência para falhas de rede e procedimentos de autenticação, garantindo a continuidade do fluxo de informação crítica, mesmo sob interferência eletromagnética.
Em coordenação com o Destacamento de Apoio de Serviços em Combate (DASC), os grupos de combate planearam e executaram reabastecimentos táticos por diversos métodos, incluindo soluções não tripuladas, em colaboração com o CEiiA, reforçando a aposta na inovação tecnológica nacional.
O FTX-UAC 26-1 demonstrou, uma vez mais, a capacidade dos Fuzileiros para operar em ambientes complexos, integrando novas tecnologias, adaptando Técnicas, Táticas e Procedimentos (TTP) e fortalecendo a interoperabilidade entre unidades.
